VH Consultores

MENTORIA | Programa de Inovação em Negócios

Que medidas tomar diante de um cenário de crise? A questão virou parte da rotina dos empresários brasileiros, que sentem na pele o arrocho e o peso de gerir seus negócios em meio às dívidas. Ainda em 2015, de acordo com a Serasa Experian, o número de recuperações judiciais requeridas foi a maior nos últimos 10 anos. Foram 1.287  casos,  55,4% maior do que em 2014. As micro e pequenas empresas lideraram os requerimentos de recuperação judicial, com 765 pedidos.Também foram as responsáveis pelo maior número de pedidos de falência.

A expectativa para este ano é ainda mais tenebrosa, diante do cenário político conturbado que tem impacto direto na economia do país. “O fantasma da falência assombra principalmente os pequenos empresários que olham mas não enxergam uma luz no fim do túnel”, afirma o diretor executivo da VH Consultores, Vitor Hugo Gonçalves. O consultor está entre os palestrantes doPIN– Programa de Inovação em Negócios, organizado pela VH Consultores que traz, a partir de uma série de workshops, ferramentas para dinamizar a gestão de micro e pequenas empresas. OPINacontece na VH Consultores, noRecife, de 07 de julho a  04 de agosto, com abordagem de renomados consultores na área de Negócios, Finanças e Marketing(ver currículo dos facilitadores abaixo).

Nesta primeira edição do programa noRecife, o programa – que já passou por Caruaru – será dividido em cinco módulos, com carga horária de 20 horas no total e atendimento individual a cada empresa ao final do programa. Estão disponíveis 15 vagas apenas para esta primeira turma. Segundo Vitor Hugo, o programa ajudará o empresário a identificar oportunidades para melhorar o desempenho da empresa, definindo as estratégias de ação e os principais indicadores. “Além de trabalharmos a lucratividade, o aumento do faturamento, a redução de custos e despesas, a ideia é que o empresário ou empreendedor esteja apto a fazer o acompanhamento sistemático da eficácia das medidas tomadas pela empresa visando principalmente o equilíbrio das finanças”, ressalta.

Durante oPIN, os empresários terão a oportunidade de ouvir especialistas em gestão que discutem algumas soluções estratégicas e comportamentais a curto prazo. “Os empresários precisam entender que o momento é propício à ação. Ou seja, ele precisa tomar as rédeas do negócio, revisando processos e atividades internas, reduzindo gastos, renegociação de despesas com fornecedores e até terceirizando alguns serviços”, comenta Vitor Hugo. “Não tem fórmula mágica. Tem motivação para mudar certos comportamentos e ação estratégica que impactam diretamente na mudança da performance da empresa. Vamos tratar disso em nossos workshops, que têm uma abordagem provocativa e didática”.

Consultores que ministram oPIN:

Vitor Hugo R. Gonçalves –­ Engenheiro, pós­graduado em gestão empresarial – estratégia e finanças pela Faculdade Européia, com especialização em novos empreendimentos pela Faculdade de Administração da UFRGS, com grande experiência no campo de empreendedorismo e gestão de empresas. Diretor Executivo da VH Consultores, é responsável pelo desenvolvimento de programas de Diagnóstico Empresarial e Estudos de Potencial de Consumo em 05 estados do Nordeste. Multiplicador do Programa Brasil Empreendedor, facilitador do EMPRETEC pela ONU­UNCTAD e multiplicador da metodologia da Oficina Gerencial I e II através do SEBRAE/PE. Responsável pelo desenvolvimento da metodologia “Primeiros Passos da Gestão Empresarial”, idealizador e instrutor do Programa de Desenvolvimento Gerencial do SENAC/CTV­Recifee Consultor da INCUBANET/Porto Digital na área de elaboração de Plano de Negócio para empresas em processo de Incubação no estado de Pernambuco. Autor de diversos livros sobre empreendedorismo.

Janaína Pereira da Silva -­Bacharel em Administração pela Universidade de Pernambuco – UPE com MBA Internacional em Gerenciamento de Projetos ­ Favip Devry. Experiência em gestão de projetos, marketing e modelagem de negócios. Atuação em projetos de consultoria junto a empresas do setor público e privado desenvolvendo Planos Estratégicos e Estudos de Viabilidade Técnica e Econômica para implantação de empreendimentos, estudos relacionados à Economia Criativa e Desenvolvimento Setorial Regional e projetos ligados a Arranjos Produtivos e Inovativos Locais e Sustentabilidade Alessandro Takeo Oda ­ Graduado em Administração de Empresas pela FSM/PE, é pós­graduado em Gestão Financeira e consultor organizacional especializado em mapeamento de processos e custos operacionais. Atuação em diversas consultorias na área financeira e organizacional junto aos APL’s de Confecção, TIC e Metal­mecânica, empresas de pequeno e médio porte do setor de Gastronomia, Hotelaria e Varejo.

Ronaldo Barcellos Bernardes –­ Contabilista graduado pela Universidade Federal de Pernambuco – UFPE. Consultor com grande experiência em gestão financeira, custos, análise de balanços e formação de preço de venda. Especializado em planejamento e gestão empresarial envolvendo elaboração e implantação de sistemas de informações gerenciais, reestruturação organizacional da área financeira, planejamento estratégico, elaboração de Plano de Negócio e Valuation Empresarial. Ministra cursos nas áreas de Finanças, Gestão Patrimonial e Risco de Crédito. Atuação em diversos projetos de consultoria na área financeira e organizacional junto aos APL’s de Confecção, TIC e Metal­mecânica, empresas de pequeno e médio porte do setor de Gastronomia, Hotelaria e Varejo.

Edinaldo José Ferreira de Barros Júnior ­ –Consultor Associado da VH, graduado pela Universidade Federal Rural de Pernambuco – UFRPE em Engenharia Agronômica, com especialização em Finanças e Investimentos Corporativos. Experiência em gestão financeira, custos, inovação e modelagem de negócios. Atuação em projetos de consultoria nas áreas financeira e estratégica junto a empresas de serviços, comércio e indústria. Consultor Sênior no Programa SEBRAE de Agentes Locais de Inovação com atuação em todo o território nacional.

 

Serviço:

Programa de Inovação em Negócios(PIN)
Onde: Sala de treinamento da VH Consultores – Rua Luiz Pimentel, 284, Boa Viagem
Quando: De 07 de julho a 04 de agosto
Informações:comercial@vhconsultores.com.brou pelo(81)3461-4986

REUNIÕES, NECESSIDADE OU FORMALIDADE?

Como são as reuniões em sua empresa? Ajudam a resolver problemas ou representam perda de tempo para os participantes?

De maneira geral, as reuniões têm por finalidade aprofundar o estudo de um assunto, esclarecer dúvidas e resolver problemas, planejar  iniciativas e tomar decisões. Assim, através de uma reunião, espera-se obter informação, participação e  cooperação do grupo.

Na prática, porém, isso nem sempre acontece. As pessoas se reúnem em torno de uma mesa quase sempre sem as informações necessárias e as discussões ocorrem de maneira desordenada.

Durante as reuniões, algumas pessoas falam mais do que outras e é comum que haja diálogos paralelos e conversas cruzadas, o que torna a reunião caótica. Com isso, as pessoas acabam se cansando, sem terem condições de pensar com clareza e de contribuir para a solução. Acabam, então, tomando qualquer decisão, que nem sempre é a melhor, ou marcando nova reunião. Reuniões assim são frustrantes para os líderes empresariais, porque deixam em cada um a impressão de que lhes faltou a capacidade necessária para ajudar a resolver o problema. Para quem as convoca, fica a sensação de que a reunião foi detestável e pouco ou nada eficaz. Atente para algumas ações que podem ajudá-lo a tornar suas reuniões mais produtivas: Faça um planejamento prévio dos assuntos e informações necessárias; assegure a presença dos participantes, faça a abertura da reunião de modo a gerar integração e compromisso dos presentes; Foque o tema central da reunião, evitando divagações e, ao final, faça uma avaliação do que foi discutido e documente tudo em uma Ata.

Por fim, fique atento ao comportamento das pessoas ao longo da reunião. Busque a colaboração dos mais calados e conduza a reunião de modo agradável, porém mantenha a firmeza necessária para evitar possíveis discussões que desviem do assunto proposto.

E sucesso!

Vitor Hugo

TEMPO, UMA RIQUEZA MAL APROVEITADA

Muitos empresários reclamam da falta de tempo para realizar todas as atividades que fazem parte do seu dia-a-dia.

A carga de trabalho realmente é grande e deve ser gerenciada para não levar a uma situação crônica de stress, refletindo na saúde do empreendedor.

Gerenciar corretamente as atividades diárias ajuda a aliviar a pressão imposta pelo mercado. Conheço alguns empresários que vivem “apagando incêndios”, ou seja, deixam de focar em suas prioridades para resolver os problemas que vão aparecendo. Uma das conseqüências disso é a perda do foco estratégico do negócio, pois a falta de tempo de parar e pensar estrategicamente pode comprometer o crescimento da empresa. Procure dividir o seu dia entre os diversos papéis que você desempenha no negócio, reservando um momento para pensar o futuro do empreendimento. Perceba que de nada adianta a correria diária se sua empresa não estiver crescendo.

Administrar bem o tempo depende da definição de metas, capacidade de planejamento e persistência, que são atributos fundamentais para um bom empreendedor.

Administre melhor suas atividades a partir de agora, pois hoje é sempre o melhor momento para começar a ganhar tempo.

Sucesso!

Vitor Hugo

IDEIA X OPORTUNIDADE

Você esta pensando em montar um negócio próprio?

Se esse é o seu caso, você já identificou uma oportunidade real de negócio ou tem apenas uma idéia na cabeça?

Pode não parecer, mas há uma diferença entre as duas coisas.

Para se dar bem no negócio, é preciso saber se as pessoas estão dispostas a comprar o que você pensa oferecer.

Se for comprovada a possibilidade de vender os serviços ou produtos e obter lucro, você encontrou uma oportunidade de negócio.

Diferente do que muita gente pensa, uma oportunidade de negócio é bem mais do que uma boa idéia. É preciso ter foco na necessidade que está sendo atendida e saber o potencial de clientes que existe no mercado. Além disso, é preciso avaliar se o momento é apropriado para iniciar a atividade. Não vá atrás de modismos passageiros nem se baseie unicamente em negócios que são sucesso em outros lugares. De nada adiantará investir se não houver clientes dispostos a pagar pelos seus serviços ou produtos. Por isso, investigue bem antes de colocar em prática a sua ideia.

Algumas estatísticas apontam que boa parte das empresas que fecha prematuramente peca na hora de avaliar o mercado.

Portanto cuidado! Avalie corretamente se o negócio atende efetivamente a uma necessidade e se os potenciais clientes estão dispostos a pagar por isso.

Sucesso na sua prospecção!

Vitor Hugo

PLANEJAMENTO OU OBJETIVO, POR ONDE EU COMEÇO?

Todo negócio nasce com um propósito, uma razão de ser. Mesmo que não estejam claros, o(s) empreendedor(es) tinha(m) em mente algum objetivo ao criar um negócio e investir nele seu tempo, recursos e dedicação.
A importância de se formular objetivos para a gestão de um empreendimento ninguém questiona. Eles são importantes para eleger prioridades de atuação da empresa e também melhor posicioná-la no mercado, principalmente em situações de contingência. Além disso, um bom conjunto de metas, descritas em um plano de ação claro e coerente com a realidade da empresa, permite que os envolvidos naquele plano conheçam melhor seus papeis e direcionem seus esforços para aquilo que é de sua competência e responsabilidade, facilitando o trabalho de todos.
Porém, para muitos empresários, descrever estes objetivos – e traçar metas para atingi-los – ainda é tarefa complicada. Segundo estudo da American Express, apenas 5% dos empreendedores costumam colocar no papel seus objetivos, em grande parte devido à dificuldade de construí-los.
Você faz parte desta estatística?
Se sim, parabéns! Mantenha a cultura de planejamento estratégico e verá que fica muito mais fácil atingir seus objetivos ou mudar de curso quando necessário.
Se não, para facilitar esta tarefa, fornecemos algumas dicas para facilitar a elaboração de seus objetivos.
Em primeiro lugar, os objetivos estratégicos devem deixar claro onde a empresa pretende chegar. Devem ser desafiadores, mas atingíveis, sob pena de desestimular os envolvidos. Também é importante que se consiga mensurar o desempenho da empresa e quanto ainda falta para ela atingir aquele objetivo.
Assim, procure responder:
  1. Como a empresa pretende ser vista pelos  clientes, na busca da sua visão de longo prazo?
  2. Para o sucesso  financeiro, como o negócio deve aparecer para investidores, fornecedores, mercado e outras partes interessadas?
  3. Para satisfazer os clientes e gerar relacionamentos, quais  processos internos devem ser melhor trabalhados e acompanhados?
  4. Para alcançar a visão do negócio, como sustentar a habilidade de mudar e progredir, ou seja, manter as capacidades de  aprendizado e crescimento?
Esta é a metodologia  Balanced Score Card, ou apenas BSC, mundialmente adotada por empresas de todos os portes e em vários segmentos, e que pode contribuir para o início de uma cultura de planejamento estratégico na sua empresa.
Recomendamos envolver pelo menos os gestores das áreas para discutir e responder estas questões. Desta maneira, a construção dos objetivos será muito mais rica, por contar com visões diferenciadas, além de trabalhar o engajamento das pessoas desde o planejamento das ações, o que contribui para um melhor resultado sempre. Você perceberá que surgirão  insights  fantásticos para o negócio quando envolve a pessoas!
Respondendo a estas questões, está dado o primeiro passo para a construção das metas do negócio. Mas isso é assunto para o próximo post, ok?
Um abraço e sucesso!
Janaina Pereira.

COMO LANÇAR UM NOVO PRODUTO

Sua empresa possui um plano claro de pesquisa e desenvolvimento de novos produtos?

Ao lançar um produto no mercado, é importante definir como o mesmo irá se desenvolver a partir das demandas de mercado.

Os planos de Pesquisa e Desenvolvimento são necessários para a sobrevivência da empresa, principalmente quando o negócio enfoca uma tecnologia atual. O acompanhamento tecnológico e o investimento em novas  tendências e pesquisas  são excelentes fontes de novas oportunidades. Além disso, muitas vezes são a garantia de que um determinado produto fique obsoleto. A máquina de escrever foi substituída pelo computador pessoal, que está dando lugar ao smartphone. Quem sabe qual será o próximo passo?

 Realizar parcerias com Universidades ou Institutos de Pesquisa pode ser uma boa forma de manter seus produtos constantemente atualizados

PENSANDO EM ABRIR UM NEGÓCIO?

Você está avaliando a possibilidade de iniciar um negócio próprio?

Já parou para avaliar o impacto que isso vai gerar em sua vida?

Quando passamos de empregado a empresário, muitos aspectos de nossa vida se alteram.

Se, por um lado, você terá mais autonomia em suas decisões, por outro, precisará aprender a conviver com incertezas, principalmente em seus ganhos.

Além disso, a dedicação exigida por um novo negócio é bem maior do que sua dedicação como empregado. Normalmente, o empresário fica 24 horas “ligado” na atividade do negócio, o que, muitas vezes, provoca atritos com a família e o limita em boa parte de suas atividades sociais.

É claro que esses fatores não deverão desmotivá-lo de iniciar seu próprio negócio.

Porém é importante estar preparado para esta nova fase de sua vida.

A SÍNDROME DA FALTA DE METAS

Você sente que gasta muita energia nas suas atividades, mas nem sempre consegue ver resultados?

Talvez você precise rever como está direcionando todo esse esforço. Orientar-se por metas é uma das importantes características dos empreendedores de sucesso.

Estabelecer metas é definir um propósito para o que você faz. Pode ser aumento de vendas, reduzir custos, abrir novas lojas …

E, tendo um propósito, dá para criar um plano para chegar até ele.

Nesse plano, você deve definir ações, estabelecer um cronograma, as pessoas que devem realizar cada etapa, o investimento que tem que ser feito…e por aí vai.

Defina 2 ou 3 metas para começar, e vá incorporando essa prática ao seu dia-a-dia.

Costuma-se dizer que uma meta é “um sonho com data marcada”. Não deixa de ser verdade. Para se formular boas metas, é necessário definir um prazo para o seu cumprimento. Ao mesmo tempo, a meta deve ser desafiadora, mas possível de ser atingida.

Deve também ser quantificada, pois assim apresenta possibilidades de ser medida e acompanhada.

E, sobretudo, deve ser especificada o máximo possível, para que não haja dúvidas sobre o que se quer conseguir, principalmente quando forem compartilhadas com a equipe.

Experimente começar a trabalhar com metas e veja os resultados.

VOCÊ ENTREGA PREÇO OU VALOR?

Está com dificuldades para definir os preços de seus produtos e serviços?

Pois saiba que a correta definição do preço de venda passa por um processo cuidadoso de análise e várias considerações.

A correta definição do preço de venda é muito mais do que um cálculo matemático. Trata-se também de uma correta percepção de seu mercado consumidor e de uma análise cautelosa da concorrência. Muitas empresas definem seus preços somente pela prática da concorrência. Isso é errado, pois o que é bom para o concorrente pode não ser bom para o seu negócio! É preciso saber se o preço praticado deixa uma margem compatível com os custos da empresa. É bem verdade que quem define o preço final é o seu cliente. É preciso saber o quanto ele está disposto a pagar pelo seu produto ou serviço. Aí entra a percepção de Valor! Caro ou barato são questões relativas, pois necessidades diferentes são valorizadas de forma diferente. Quanto vale uma simples caneta para um estudante prestes a fazer um exame importante? Ou para um executivo prestes a assinar um grande contrato? E se você não apresentar diferenciais suficientemente bons para que ele se disponha a pagar mais do que paga ao concorrente, está na hora de rever seus custos e sua margem de lucro para saber se realmente é vantajoso atuar nesse mercado.

E não esqueça: avalie bem seus preços antes de entrar no mercado, pois nada pior do que iniciar um negócio com preços muito baixos e ter que aumenta-los de repente, sem qualquer justificativa.